{"id":1218672,"date":"2020-10-16T22:44:56","date_gmt":"2020-10-16T21:44:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1218672"},"modified":"2020-10-16T22:44:56","modified_gmt":"2020-10-16T21:44:56","slug":"mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/","title":{"rendered":"Mulheres e mudan\u00e7as: a que ponto estamos?"},"content":{"rendered":"<p>N\u00f3s viemos de algumas localidades do departamento de M\u2019bour, na regi\u00e3o de Dakar, Senegal, como parte da campanha \u201c<strong><em>Stopaludisme<\/em>\u201d<\/strong> [pare a mal\u00e1ria], que a ONG <strong><em>\u00c9nergie pour les droits humains<\/em><\/strong> [Energia pelos direitos humanos], desenvolve h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada para contribuir para a erradica\u00e7\u00e3o da mal\u00e1ria.<\/p>\n<p>Regularmente pelo caminho, imagens de prociss\u00f5es de mulheres jovens e idosas desfilam pelas estradas, oferecendo aos viajantes diversas frutas ou outros produtos&#8230; em uma atmosfera ao mesmo tempo tr\u00e1gica e despreocupada, \u00e0s vezes usando m\u00e1scaras de maneira inadequada sobre o rosto, como se j\u00e1 tivessem passado por coisas piores&#8230; a Covid-19 sendo uma calamidade a mais&#8230;.<\/p>\n<p>Dif\u00edcil n\u00e3o se emocionar diante destes rostos cheios de orgulho marcados pelo esfor\u00e7o de dar um jeito na situa\u00e7\u00e3o \u201cfazendo alguma coisa\u201d. Igualmente dif\u00edcil se habituar a essas diferentes estrat\u00e9gias de sobreviv\u00eancia. E n\u00e3o de vida!!! &#8230;. Usamos como justificativa o que sentimos ao ver todas essas mulheres, considerando que o lugar das mais jovens com certeza n\u00e3o \u00e9 na beira das cal\u00e7adas, presas f\u00e1ceis e inocentes frequentemente entregues a todas as tenta\u00e7\u00f5es, mas, sim, em uma sala de aula como nossas crian\u00e7as, sobrinhos ou irm\u00e3ozinhos&#8230; A se\u00e7\u00e3o \u201ccotidiano\u201d de muitos jornais relata diariamente coisas horr\u00edveis a esse respeito.<\/p>\n<p>A vida das mulheres no Senegal precisa mudar! A princ\u00edpio, todos estariam de acordo.<\/p>\n<p>Neste contexto, a <strong>\u00c9nergie Pour les Droits Humains <\/strong>(organiza\u00e7\u00e3o composta de humanistas e volunt\u00e1rios vindos de diferentes localidades que compartilham da mesma aspira\u00e7\u00e3o: reduzir a dor e o sofrimento atrav\u00e9s de diversos projetos sociais) principiou experi\u00eancias originais atrav\u00e9s do \u201cApoio a uma crian\u00e7a e sua aldeia\u201d, iniciado em 2003, no Senegal. A organiza\u00e7\u00e3o proporcionou o estudo de aproximadamente 400 meninos e 280 meninas, construiu sete escolas maternais, organizou nas aldeias e localidades visitas m\u00e9dicas a cada seis meses para preven\u00e7\u00e3o contra doen\u00e7as, criou cantinas escolares&#8230;. As \u00faltimas estat\u00edsticas dispon\u00edveis indicam que 40% das meninas e 60% dos meninos frequentam as escolas de Ndiadiane, Sossope, Tataguine, Pikine, Bandoulou, aldeias onde as atividades t\u00eam continuidade.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda a cria\u00e7\u00e3o de galinhas, o processamento de cereais, o microcr\u00e9dito; todas essas coisas demonstram que a \u00c9nergie Pour les Droits Humains contribui para a promo\u00e7\u00e3o e autonomia econ\u00f4mica e social das mulheres.<\/p>\n<p>Entretanto, aqui na \u00c9nergie Pour les Droits Humains cremos fundamentalmente que a mudan\u00e7a da situa\u00e7\u00e3o social, incluindo a situa\u00e7\u00e3o das mulheres, que \u00e9 amparada pela organiza\u00e7\u00e3o, demanda uma mudan\u00e7a no sistema. O sistema atual s\u00f3 gera mis\u00e9ria e desola\u00e7\u00e3o; a \u00c9nergie Pour les Droits Humains resulta desta constata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Humanizar a sociedade contribuindo para o nascimento de novos paradigmas mais compat\u00edveis com a grandeza, com a dignidade do Ser Humano, colocando-o no centro de toda preocupa\u00e7\u00e3o; dando as costas aos paradigmas atuais do sistema: o Poder e o Deus dinheiro.<\/p>\n<p>De que forma podemos convencer algu\u00e9m a acreditar seriamente que as aspira\u00e7\u00f5es das mulheres, bem como de todos os seguimentos da sociedade, podem ser superadas, resolvidas no \u00e2mbito do sistema atual?<\/p>\n<p>Como bem sabemos, o sistema atual degrada a vida de todos, homens e mulheres.<\/p>\n<p>Estamos todos no mesmo barco, mas em compartimentos diferentes!!!<\/p>\n<p>Os homens em cima, as mulheres em baixo!<\/p>\n<p>A solidariedade de todos \u00e9 uma chave para a \u201csa\u00edda da crise\u201d em dire\u00e7\u00e3o a uma sociedade realmente humana&#8230;<\/p>\n<p>Formular respostas de \u201csa\u00edda da crise\u201d exige diagnosticar, realizar uma aut\u00f3psia do segmento mais explorado, mais fragilizado, e que, contudo, constitui uma maioria entre n\u00f3s: as mulheres.<\/p>\n<p>Trata-se de uma quest\u00e3o pol\u00edtica maior! Mas que, infelizmente, \u00e9 reduzida \u00e0 categoria de politicagem e folclore pelos partid\u00e1rios do sistema (ver o teor da maior parte das manifesta\u00e7\u00f5es de 8 de mar\u00e7o, Dia Internacional da Mulher). Apesar disso, esse dia poderia ajudar a levantar o assunto de forma franca, aud\u00edvel e radical.<\/p>\n<p>Geralmente, muitos analistas ou \u201cexperts\u201d autoproclamados s\u00f3 fazem retomar clich\u00eas banais transmitidos por estruturas ligadas ao Estado, ou levantam falsas alternativas influenciadas pelas teses reformistas\/liberais em curso, inspiradas nas recomenda\u00e7\u00f5es do Banco Mundial.<\/p>\n<p>As mulheres devem estar em primeiro plano para conquistar seus direitos &#8230; Reconhecer isso j\u00e1 \u00e9 ben\u00e9fico para elas dentro de um dispositivo estrat\u00e9gico, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas aspira\u00e7\u00f5es de liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, \u00e9 em espa\u00e7os relativamente reduzidos que as mulheres confessam o seu \u201cbasta\u201d. Jornais, redes sociais, associa\u00e7\u00f5es etc&#8230; H\u00e1 algum tempo, jovens mulheres engajam discursos \u201cfortes\u201d contra o patriarcado. \u00c9 tamb\u00e9m nas redes sociais que o coletivo \u201cDoyna!\u201d [1], contra as viol\u00eancias feitas \u00e0s mulheres, se faz escutar. Seria o prel\u00fadio de um engajamento ligado ao ativismo social e pol\u00edtico? Todavia, o discurso de emancipa\u00e7\u00e3o que elas carregam \u00e9 necess\u00e1rio. Ele permite ideologizar, conflitar rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero e torn\u00e1-las vis\u00edveis e pol\u00edticas.<\/p>\n<p>Os diversos meios de comunica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m s\u00e3o um recept\u00e1culo importante para a sociedade, seus valores, suas cren\u00e7as e seus tormentos. N\u00e3o recebemos diariamente relatos, testemunhos de mulheres denunciando ass\u00e9dios permanentes ou abusos sexuais durante sua inf\u00e2ncia? Na verdade, cada um de n\u00f3s conhece hist\u00f3rias reais de estupros. Tamb\u00e9m sabemos que a objetifica\u00e7\u00e3o da mulher, em nosso pa\u00eds, \u00e9 uma realidade. Objetos de desejo, objetos sexuais ou simples objetos de procria\u00e7\u00e3o. O olhar do homem senegal\u00eas sobre a mulher \u00e9 quase sempre o de um predador ou opressor. \u00c9 preciso escutar os prop\u00f3sitos moralistas sobre os deveres das mulheres com rela\u00e7\u00e3o a sua fam\u00edlia, seu marido e seus filhos. Elas s\u00e3o infantilizadas o tempo todo. H\u00e1 toda uma sem\u00e2ntica alienat\u00f3ria. A mulher deve aceitar, suportar. Baixar o olhar e a guarda. A mulher \u00e9 permanentemente rebaixada. As rela\u00e7\u00f5es sociais entre homens e mulheres s\u00e3o de fato tendenciosas.<\/p>\n<p>A inferioridade da mulher est\u00e1 fortemente enraizada no nosso sistema de valores. A produ\u00e7\u00e3o social quer que a mulher permane\u00e7a escrava do homem. Cada um pode verificar esse fato de acordo com sua experi\u00eancia pessoal. Os meninos e meninas n\u00e3o t\u00eam as mesmas armas, de in\u00edcio, para vencer na vida. As meninas t\u00eam mais obriga\u00e7\u00f5es e tarefas a realizar. H\u00e1 uma exig\u00eancia maior sobre elas. Elas devem se preparar para um universo social impiedoso. Os meninos sempre t\u00eam mais liberdade. Maior acesso a crescimento pessoal, menos deveres contratuais no que diz respeito \u00e0 moralidade social. A sociedade senegalesa prepara homens para serem conquistadores e dominadores, contra as mulheres. No que diz respeito a estas \u00faltimas, sua utilidade social responde a duas injun\u00e7\u00f5es: satisfazer aos desejos dos homens e dar-lhes filhos. As mulheres senegalesas sofrem uma falta de considera\u00e7\u00e3o assustadora. Elas s\u00e3o precarizadas, assediadas sexual e psicologicamente, violentadas. E tudo isso \u00e9 estrutural.<\/p>\n<div class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/femme-S\u00e9n\u00e9gal-Francesca-Noemi-Marconi.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"415\" \/><p class=\"wp-caption-text\">Foto Francesca Noemi Marconi\/Unsplash<\/p><\/div>\n<p>Um olhar atento evidenciar\u00e1 facilmente a rela\u00e7\u00e3o entre a mis\u00e9ria end\u00eamica nas sociedades africanas p\u00f3s-coloniais e o lugar atribu\u00eddo \u00e0s mulheres. O status social das mulheres, bem como as representa\u00e7\u00f5es feudais \u00e0s quais elas est\u00e3o submetidas, justificam, em grande parte, nossos problemas econ\u00f4micos, pol\u00edticos e mentais. Uma comunidade que impede a mobilidade social e a ascens\u00e3o de todos os seus membros est\u00e1 fadada ao impasse e \u00e0s diversas formas de viol\u00eancia. O comprometimento e o respeito \u00e0 integridade das mulheres ser\u00e3o o passo decisivo para a salva\u00e7\u00e3o de todos os senegaleses. \u00c9 a \u00fanica maneira de levar em conta o interesse geral e de sair da nossa crise cultural definitivamente. Thomas Sankara, em seu discurso de orienta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica em outubro de 1983 ressaltava que: \u201c<em>o peso das tradi\u00e7\u00f5es seculares da nossa sociedade dedica \u00e0 mulher a categoria de animal de carga. Todos os flagelos da sociedade&#8230; s\u00e3o suportados duplamente pelas mulheres: primeiramente, elas conhecem os mesmos sofrimentos que os homens; em segundo lugar, elas passam por outros sofrimentos nas m\u00e3os dos homens\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Em nosso pa\u00eds, o Estado incentiva a participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica das mulheres (tamb\u00e9m gra\u00e7as \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es internas e ao contexto social) e tenta atribuir a elas um lugar no sistema educacional e acad\u00eamico. Assim, em 2015, no Senegal, a taxa bruta de escolariza\u00e7\u00e3o das meninas era de 63,3 %, contra 56,6 % em rela\u00e7\u00e3o aos meninos. No plano institucional, a lei de paridade permitiu \u00e0s mulheres ocuparem 70 assentos na Assembleia Nacional, ou seja, uma taxa de representa\u00e7\u00e3o de 42%. <strong>Mas sua inclus\u00e3o no sistema social \u00e9 dificultada.<\/strong> Em 2014, o \u00edndice de desigualdade de g\u00eanero, que calcula a diferen\u00e7a entre os sexos em um pa\u00eds, colocou o Senegal na 125\u00aa posi\u00e7\u00e3o, entre 162 pa\u00edses. Ao mesmo tempo, o \u00edndice de desenvolvimento humano que mede o desenvolvimento humano de um pa\u00eds a partir do produto interno bruto, da expectativa de vida e do n\u00edvel educacional dos habitantes de um pa\u00eds, fixou o Senegal na 166\u00aa posi\u00e7\u00e3o entre 189 pa\u00edses. O caso \u00e9 o seguinte: somos pobres pois n\u00e3o respeitamos as mulheres. N\u00e3o \u00e9 preciso ter a consci\u00eancia de um Buda para compreender isso!<\/p>\n<p>Uma sociedade se humaniza quando \u00e9 intransigente no que concerne \u00e0 igualdade e ao respeito pela integridade humana. \u00c9 preciso ser est\u00fapido ou ter uma inclina\u00e7\u00e3o perversa ou s\u00e1dica para n\u00e3o o notar. No Senegal, o sistema social e moral ainda \u00e9 dominado pelos homens. Conservadores, falsos puritanos e insens\u00edveis aos direitos das mulheres. \u00c9 uma masculinidade nociva. Assim, todo processo de transforma\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, pol\u00edtica e social fica bloqueado, devido ao arca\u00edsmo do sistema, imposto e perpetuado pelo elemento masculino. Cabe \u00e0s mulheres organizarem sua revolu\u00e7\u00e3o contra as mentalidades feudais. Elas devem recusar a atribui\u00e7\u00e3o \u00e0 servid\u00e3o. Nas fam\u00edlias, nos lares, no espa\u00e7o p\u00fablico e social. O desprezo pela mulher senegalesa n\u00e3o pode perdurar. Falando claramente: a falocracia deve ser abertamente questionada, pois \u00e9 uma aberra\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma das numerosas formas de decad\u00eancia cultural.<\/p>\n<p>A vanguarda que comp\u00f5e o movimento feminista nascente ainda \u00e9 elitista. Por qu\u00ea? Porque a maioria das mulheres das periferias, dos bairros populares, do mundo rural, deve lutar pela exist\u00eancia, que j\u00e1 \u00e9 dif\u00edcil. Fizemos alus\u00e3o a isso no in\u00edcio de nossa discuss\u00e3o. Mas, para que o feminismo ganhe espa\u00e7o e se afirme de maneira duradoura no Senegal, todas as mulheres devem estar unidas. Em todas as camadas sociais. Esse combate \u00e9 das mulheres, mas n\u00e3o somente delas. Elas devem contar com seus aliados do sexo masculino. Para os homens, trata-se de defender os direitos de suas m\u00e3es, de suas irm\u00e3s e de suas companheiras. De renunciar a certos privil\u00e9gios a n\u00edvel individual. E mais, parte da nossa soberania, em absoluto, ao n\u00edvel da comunidade nacional em sua diversidade. N\u00e3o podemos inventar um conv\u00edvio aberto, pol\u00edtico, econ\u00f4mico e espiritual se as mulheres n\u00e3o est\u00e3o emancipadas; ou sua plena participa\u00e7\u00e3o no trabalho comunit\u00e1rio submetida ao veto masculino; ou, ainda, seu direito ao desenvolvimento pessoal. N\u00e3o devemos nos iludir. Os homens respirar\u00e3o com as mulheres ou sufocar\u00e3o com suas posturas sexistas e est\u00fapidas. A emancipa\u00e7\u00e3o das mulheres ser\u00e1 determinante para uma renova\u00e7\u00e3o espiritual, pessoal e social! Fundamentalmente, para n\u00f3s, se trata de uma quest\u00e3o maior de sa\u00fade mental.<\/p>\n<p>Neste per\u00edodo doloroso e tr\u00e1gico da hist\u00f3ria humana, em que a necess\u00e1ria coordena\u00e7\u00e3o da sua diversidade segue os contornos da constru\u00e7\u00e3o da Na\u00e7\u00e3o Humana Universal, nos parece reconfortante meditar sobre esta Grande Promessa de Silo:<\/p>\n<p>\u201cComo deve se dar nosso acordo com as pessoas? Com o amor aut\u00eantico, mesmo na luta contra eles (esses que exercem a viol\u00eancia), pois a luta n\u00e3o \u00e9 para faz\u00ea-los desaparecer, e sim para quebrar as barreiras. N\u00e3o \u00e9 a luta contra as pessoas, \u00e9 a luta contra as cren\u00e7as. N\u00e3o \u00e9 contra as pessoas. N\u00e3o podemos naturalizar o inimigo como se ele n\u00e3o tivesse nenhuma chance de mudan\u00e7a&#8230;\u201d Silo, 1997.<\/p>\n<hr \/>\n<p>[1] \u201c<em>Doyna<\/em>\u201d em wolof significa \u201cbasta\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Traduzido do franc\u00eas por Su\u00e9len Martins Meleu \/ Revisado por Gabriela Assis Santos<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00f3s viemos de algumas localidades do departamento de M\u2019bour, na regi\u00e3o de Dakar, Senegal, como parte da campanha \u201cStopaludisme\u201d [pare a mal\u00e1ria], que a ONG \u00c9nergie pour les droits humains [Energia pelos direitos humanos], desenvolve h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1871,"featured_media":1179392,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[37,11390,54514,165],"tags":[82827,18994,11721],"class_list":["post-1218672","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-africa-pt","category-conteudo-original","category-genero-e-feminismos","category-opiniao","tag-mudanca","tag-mulheres","tag-senegal-pt-pt"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Mulheres e mudan\u00e7as: a que ponto estamos?<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"N\u00f3s viemos de algumas localidades do departamento de M\u2019bour, na regi\u00e3o de Dakar, Senegal, como parte da campanha \u201cStopaludisme\u201d , que a ONG \u00c9nergie pour\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Mulheres e mudan\u00e7as: a que ponto estamos?\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"N\u00f3s viemos de algumas localidades do departamento de M\u2019bour, na regi\u00e3o de Dakar, Senegal, como parte da campanha \u201cStopaludisme\u201d , que a ONG \u00c9nergie pour\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Pressenza\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/PressenzaItalia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2020-10-16T21:44:56+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/femmes-changement-senegal-150820-Thierno-Ngom.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"750\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"415\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"N&#039;diaga Diallo\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@PressenzaIPA\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@PressenzaIPA\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"N&#039;diaga Diallo\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Tempo estimado de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"10 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/\"},\"author\":{\"name\":\"N'diaga Diallo\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/person\/4ad041c7535d9c81a9e9a5612f7496ee\"},\"headline\":\"Mulheres e mudan\u00e7as: a que ponto estamos?\",\"datePublished\":\"2020-10-16T21:44:56+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/\"},\"wordCount\":2071,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/femmes-changement-senegal-150820-Thierno-Ngom.jpg\",\"keywords\":[\"mudan\u00e7a\",\"Mulheres\",\"senegal\"],\"articleSection\":[\"Africa\",\"Conte\u00fado Original\",\"G\u00eanero e feminismos\",\"Opini\u00e3o\"],\"inLanguage\":\"pt-PT\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/\",\"url\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/\",\"name\":\"Mulheres e mudan\u00e7as: a que ponto estamos?\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/femmes-changement-senegal-150820-Thierno-Ngom.jpg\",\"datePublished\":\"2020-10-16T21:44:56+00:00\",\"description\":\"N\u00f3s viemos de algumas localidades do departamento de M\u2019bour, na regi\u00e3o de Dakar, Senegal, como parte da campanha \u201cStopaludisme\u201d , que a ONG \u00c9nergie pour\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/femmes-changement-senegal-150820-Thierno-Ngom.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/femmes-changement-senegal-150820-Thierno-Ngom.jpg\",\"width\":750,\"height\":415,\"caption\":\"Femmes et changement : dans quoi sommes-nous ?\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Accueil\",\"item\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Mulheres e mudan\u00e7as: a que ponto estamos?\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/\",\"name\":\"Pressenza\",\"description\":\"International Press Agency\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-PT\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#organization\",\"name\":\"Pressenza\",\"url\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/pressenza_logo_200x200.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/pressenza_logo_200x200.jpg\",\"width\":200,\"height\":200,\"caption\":\"Pressenza\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/PressenzaItalia\",\"https:\/\/x.com\/PressenzaIPA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/person\/4ad041c7535d9c81a9e9a5612f7496ee\",\"name\":\"N'diaga Diallo\",\"description\":\"Senegalese based in Dakar. Humanist activist for over twenty years. A lifelong learner and follower of Siloism. Freelance political and cultural journalist. Managing Director of the \\\"Keur Mari\u00e9tou\\\" Humanist Center for Studies, Reflection, and Action. Member of the \\\"Energy for Human Rights - Senegal\\\" association.\",\"url\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/author\/ndiaga-diallo\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Mulheres e mudan\u00e7as: a que ponto estamos?","description":"N\u00f3s viemos de algumas localidades do departamento de M\u2019bour, na regi\u00e3o de Dakar, Senegal, como parte da campanha \u201cStopaludisme\u201d , que a ONG \u00c9nergie pour","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/","og_locale":"pt_PT","og_type":"article","og_title":"Mulheres e mudan\u00e7as: a que ponto estamos?","og_description":"N\u00f3s viemos de algumas localidades do departamento de M\u2019bour, na regi\u00e3o de Dakar, Senegal, como parte da campanha \u201cStopaludisme\u201d , que a ONG \u00c9nergie pour","og_url":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/","og_site_name":"Pressenza","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/PressenzaItalia","article_published_time":"2020-10-16T21:44:56+00:00","og_image":[{"width":750,"height":415,"url":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/femmes-changement-senegal-150820-Thierno-Ngom.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"N'diaga Diallo","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@PressenzaIPA","twitter_site":"@PressenzaIPA","twitter_misc":{"Escrito por":"N'diaga Diallo","Tempo estimado de leitura":"10 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/"},"author":{"name":"N'diaga Diallo","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/person\/4ad041c7535d9c81a9e9a5612f7496ee"},"headline":"Mulheres e mudan\u00e7as: a que ponto estamos?","datePublished":"2020-10-16T21:44:56+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/"},"wordCount":2071,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/femmes-changement-senegal-150820-Thierno-Ngom.jpg","keywords":["mudan\u00e7a","Mulheres","senegal"],"articleSection":["Africa","Conte\u00fado Original","G\u00eanero e feminismos","Opini\u00e3o"],"inLanguage":"pt-PT"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/","url":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/","name":"Mulheres e mudan\u00e7as: a que ponto estamos?","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/femmes-changement-senegal-150820-Thierno-Ngom.jpg","datePublished":"2020-10-16T21:44:56+00:00","description":"N\u00f3s viemos de algumas localidades do departamento de M\u2019bour, na regi\u00e3o de Dakar, Senegal, como parte da campanha \u201cStopaludisme\u201d , que a ONG \u00c9nergie pour","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/femmes-changement-senegal-150820-Thierno-Ngom.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/femmes-changement-senegal-150820-Thierno-Ngom.jpg","width":750,"height":415,"caption":"Femmes et changement : dans quoi sommes-nous ?"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/10\/mulheres-e-mudancas-a-que-ponto-estamos\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Accueil","item":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Mulheres e mudan\u00e7as: a que ponto estamos?"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#website","url":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/","name":"Pressenza","description":"International Press Agency","publisher":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-PT"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#organization","name":"Pressenza","url":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/pressenza_logo_200x200.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/pressenza_logo_200x200.jpg","width":200,"height":200,"caption":"Pressenza"},"image":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/PressenzaItalia","https:\/\/x.com\/PressenzaIPA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/person\/4ad041c7535d9c81a9e9a5612f7496ee","name":"N'diaga Diallo","description":"Senegalese based in Dakar. Humanist activist for over twenty years. A lifelong learner and follower of Siloism. Freelance political and cultural journalist. Managing Director of the \"Keur Mari\u00e9tou\" Humanist Center for Studies, Reflection, and Action. Member of the \"Energy for Human Rights - Senegal\" association.","url":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/author\/ndiaga-diallo\/"}]}},"place":"Dakar, Senegal","original_article_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1218672","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1871"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1218672"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1218672\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1179392"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1218672"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1218672"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1218672"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}