{"id":1199143,"date":"2020-09-18T23:34:41","date_gmt":"2020-09-18T22:34:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1199143"},"modified":"2020-09-18T23:34:41","modified_gmt":"2020-09-18T22:34:41","slug":"resistencia-persistencia-e-insistencia-a-mulher-negra-e-a-luta-pelo-direito-de-ser-de-conhecer-e-de-dizer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/09\/resistencia-persistencia-e-insistencia-a-mulher-negra-e-a-luta-pelo-direito-de-ser-de-conhecer-e-de-dizer\/","title":{"rendered":"Resist\u00eancia, persist\u00eancia e insist\u00eancia: a mulher negra e a luta pelo direito de ser, de conhecer e de dizer"},"content":{"rendered":"<p><em>Por<strong> Verbena C\u00f3rdula*<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No Brasil, as mulheres negras s\u00e3o as principais v\u00edtimas da viol\u00eancia dom\u00e9stica (58,86%), s\u00e3o tamb\u00e9m as mais afetadas pela mortalidade\u00a0 materna (53,6) e pela viol\u00eancia obst\u00e9trica (65,9%), al\u00e9m de terem duas vezes mais probabilidade de morrerem assassinadas que as mulheres brancas. Embora de modo superficial, a den\u00fancia dessas viol\u00eancias tem encontrado espa\u00e7os, inclusive em muitos meios de comunica\u00e7\u00e3o hegem\u00f4nicos. No entanto, quando o assunto \u00e9 o silenciamento dessas mulheres, o mesmo n\u00e3o acontece.<\/p>\n<p>A estudante de Comunica\u00e7\u00e3o Social Ana Catharina Oliveira, 24, lembra que em 2019 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) divulgou pesquisa revelando que estudantes pretos e pardos s\u00e3o maioria nas universidades p\u00fablicas do pa\u00eds, \u201cmas n\u00e3o\u00a0 mostrou os n\u00fameros referentes \u00e0s desist\u00eancias ligados aos processos de viol\u00eancia epist\u00eamica que afetam com frequ\u00eancia esses grupos\u201d. Ana Catharina diz que \u00e9 muito not\u00e1vel para os grupos marginalzados o quanto o espa\u00e7o acad\u00eamico \u00e9 pautado em uma vis\u00e3o euroc\u00eantrica, na qual n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para pontos de vista e conhecimentos dos grupos marginalizados, entre eles as mulheres negras.<\/p>\n<p>A jovem universit\u00e1ria viveu v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es de silenciamento, as quais, conforme salienta, \u201cforam muito violentas\u201d. Ela diz que, na universidade, precisa se esfor\u00e7ar muito mais que os colegas brancos para provar que tem conhecimentos e dom\u00ednio sobre determinados assuntos. Assinala que \u201cem situa\u00e7\u00f5es nas quais argumenta e n\u00e3o aceita determinadas coloca\u00e7\u00f5es, lhe \u00e9 atribu\u00edda \u201ca imagem de uma mulher preta raivosa\u201d.<\/p>\n<div id=\"attachment_1199154\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1199154\" class=\"wp-image-1199154 size-full\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/AnaCatarinaPorGraciSa\u0301.jpg\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"1080\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/AnaCatarinaPorGraciSa\u0301.jpg 720w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/AnaCatarinaPorGraciSa\u0301-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/AnaCatarinaPorGraciSa\u0301-683x1024.jpg 683w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><p id=\"caption-attachment-1199154\" class=\"wp-caption-text\">Ana Catharina Oliveira. Foto de Graci S\u00e1<\/p><\/div>\n<p>Muse\u00f3loga e pesquisadora, Joana Flores, 53, tamb\u00e9m vivenciou situa\u00e7\u00f5es nas quais suas capacidades foram desconsideradas. \u201cNa gradua\u00e7\u00e3o em Museologia, todo mundo dizia que eu era muito burra. Eu queria falar que aquilo era violento, mas no in\u00edcio eu n\u00e3o conseguia\u201d. Conforme Joana, diferentemente do que acontecia em rela\u00e7\u00e3o a colegas de turma brancas e brancos, nunca recebeu qualquer incentivo para trilhar o caminho da pesquisa. \u201cNenhum professor, nenhuma professora nunca falou comigo sobre inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Nunca acreditaram que eu poderia ser pesquisadora\u201d.<\/p>\n<p>A primeira experi\u00eancia de Joana na Museologia deu-se a partir de um est\u00e1gio no Museu de Arte da Bahia. Aquela viv\u00eancia, de acordo com ela, j\u00e1 revelava o quanto os seus conhecimentos eram subestimados. \u201cOs funcion\u00e1rios do local me diziam para atender as escolas p\u00fablicas, as quais recebiam da institui\u00e7\u00e3o um tratamento inferiorizado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s escolas privadas. Eu comecei a perceber. E eu nem estava com o diploma\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 graduada, Joana passou por uma experi\u00eancia no invent\u00e1rio do Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN), no estado do Maranh\u00e3o, onde tamb\u00e9m foi subestimada. \u201cPercebi que eu s\u00f3 tinha lugar como t\u00e9cnica. Mas eu enfrentei. Eu disse para mim mesma que iria permanecer na \u00e1rea da museologia, e comecei a estudar mais\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de Muse\u00f3loga da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo Baiano (UFRB), onde atua \u00a0como gestora do N\u00facleo da Pr\u00f3-Reitoria de Pol\u00edticas Afirmativas e Assuntos Estudantis no Centro de Artes e Humanidades e Letras, Joana Flores \u00e9 doutoranda do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Cr\u00edtica Cultural da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e autora do livro \u201cMulheres Negras e Museus de Salvador: di\u00e1logo em branco e preto&#8221; (2017), fruto de sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado defendida no ano de 2015, na Universidade Federal da Bahia (UFBA).<\/p>\n<p>O livro discute a representa\u00e7\u00e3o das mulheres negras nos museus de natureza hist\u00f3rica situados em Salvador e problematiza a participa\u00e7\u00e3o dessas institui\u00e7\u00f5es como espa\u00e7os de representa\u00e7\u00e3o e poder; al\u00e9m disso, analisa at\u00e9 que ponto aquelas narrativas demarcam e legitimam a imagem estigmatizada da mulher negra na sociedade contempor\u00e2nea. A obra da Muse\u00f3loga e pesquisadora tem circulado para al\u00e9m do Brasil, em pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e Europa, a exemplo de Argentina, Col\u00f4mbia e Portugal. E tem servido de refer\u00eancia para muitas jovens estudantes negras brasileiras que pesquisam representa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_1199174\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1199174\" class=\"wp-image-1199174 size-full\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JoanaPorLaurelliePacussi.jpg\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JoanaPorLaurelliePacussi.jpg 720w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JoanaPorLaurelliePacussi-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><p id=\"caption-attachment-1199174\" class=\"wp-caption-text\">Joana Flores. Foto de Laurellie Pacussi<\/p><\/div>\n<p>Calila das Merc\u00eas, 31, doutoranda do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da Universidade de Bras\u00edlia (UnB) afirma que, \u201cembora a l\u00f3gica da domina\u00e7\u00e3o compreenda pessoas negras como o lixo da sociedade, n\u00e3o iremos deixar de falar \u00e0 nossa maneira. N\u00e3o necessitamos que falem por n\u00f3s\u201d. Citando a frase \u201co lixo vai falar, e numa boa\u201d, de autoria da professora e antrop\u00f3loga L\u00e9lia Gonzalez, \u00edcone da luta contra o racismo e uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado e do Coletivo Mulheres Negras N\u2019Zinga, a jovem pesquisadora afirma que \u00e9 imposs\u00edvel falarmos em literatura brasileira sem apontarmos para a cor da literatura que estamos tratando. E ressalta que o mesmo se aplica \u00e0 sociedade.<\/p>\n<p>Calila das Merc\u00eas lembra que Beatriz Nascimento e L\u00e9lia Gonzalez, h\u00e1 40 anos,\u00a0 j\u00e1 alertavam sobre as aus\u00eancias da mulher negra em espa\u00e7os de legitimidade, devido \u00e0 l\u00f3gica do racismo. Conforme ressalta, \u201cN\u00f3s, que ainda disputamos a comida na mesa, tamb\u00e9m estamos durante todos estes anos lutando para que nossas palavras e viv\u00eancias n\u00e3o sejam editadas para caber em espa\u00e7os que s\u00e3o convenientes\u201d. Como pesquisadora que estuda os movimentos, os deslocamentos, as representa\u00e7\u00f5es e o [re]mapeamento de mulheres negras na literatura contempor\u00e2nea, afirma ainda que, na tradi\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria brasileira, Calila afirma que \u00e9 muito comum a objetifica\u00e7\u00e3o das mulheres negras.<\/p>\n<p>Ela ressalta que, al\u00e9m de L\u00e9lia Gonzalez e de Beatriz Nascimento, ao pensar a literatura, a escritora Concei\u00e7\u00e3o Evaristo traz observa\u00e7\u00f5es que se aplicam a outros campos sociais, onde escritores brancos se tornaram refer\u00eancias brasileiras com narrativas que contribu\u00edram para estigmatiza\u00e7\u00e3o e estere\u00f3tipos de servid\u00e3o, sexualiza\u00e7\u00e3o e objetifica\u00e7\u00e3o de mulheres negras. \u201cE isso se desdobra em muitos fatores, incluindo como somos tratadas socialmente\u201d, observa.<\/p>\n<p>A pesquisadora coordena o projeto Escritoras Negras da Bahia (Edital Literatura &#8211; SECULT-BA\/2016). Em 2015 recebeu o Pr\u00eamio Pesquisa Liter\u00e1ria da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional, pelo projeto de disserta\u00e7\u00e3o; e o Pr\u00eamio Antonieta de Barros &#8211; Jovens Comunicadores Negros e Negras, pelo projeto Escritoras Negras. \u201cAo pensar num\/a escritor\/a baiano\/baiana, desejo que dentre as refer\u00eancias tenhamos sempre mulheres negras, n\u00e3o como cotas, ou somente em eventos espec\u00edficos como em Dia da Consci\u00eancia Negra, mas permanentemente\u201d.<\/p>\n<div id=\"attachment_1199164\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1199164\" class=\"wp-image-1199164 size-full\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/CalilaPorAnaLeeSales.jpg\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"481\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/CalilaPorAnaLeeSales.jpg 720w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/CalilaPorAnaLeeSales-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><p id=\"caption-attachment-1199164\" class=\"wp-caption-text\">Calila das Merc\u00eas. Foto de Ana Lee Sales<\/p><\/div>\n<p>Ana Catharina, Joana Flores e Calila, tr\u00eas mulheres negras de gera\u00e7\u00f5es diferentes, s\u00e3o apenas alguns exemplos dessa luta cotidiana travada pelo direito de existir, de ser valorizada, de ser ouvida, de fazer parte dos espa\u00e7os de constru\u00e7\u00e3o do conhecimento.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 necess\u00e1rio mudar as narrativas ensinadas nas escolas e nas universidades, que trazem somente concep\u00e7\u00f5es euroc\u00eantricas\u201d, ressalta Ana Catharina. \u201c\u00c9 preciso que o imagin\u00e1rio da comunidade negra seja representado com a devida pluralidade de express\u00f5es e linguagens, as quais nos revista de potencialidades, viv\u00eancias, sentimentos e conhecimentos\u201d, reivindica Calila das Merc\u00eas. \u201cAs formas de conhecimento que exp\u00f5em certas realidades precisam ganhar espa\u00e7o. E a gente precisa e vai sustentar esse lugar\u201d,\u00a0 garante Joana Flores.<\/p>\n<hr \/>\n<p>*Graduada em Hist\u00f3ria, doutora em Hist\u00f3ria e Comunica\u00e7\u00e3o no Mundo Contempor\u00e2neo. Professora Titular da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Ilh\u00e9us BA. Pesquisa G\u00eanero e ra\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Verbena C\u00f3rdula* &nbsp; No Brasil, as mulheres negras s\u00e3o as principais v\u00edtimas da viol\u00eancia dom\u00e9stica (58,86%), s\u00e3o tamb\u00e9m as mais afetadas pela mortalidade\u00a0 materna (53,6) e pela viol\u00eancia obst\u00e9trica (65,9%), al\u00e9m de terem duas vezes mais probabilidade de 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