{"id":1184093,"date":"2020-08-25T00:23:41","date_gmt":"2020-08-24T23:23:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1184093"},"modified":"2020-08-25T00:23:41","modified_gmt":"2020-08-24T23:23:41","slug":"julho-negro-combatendo-a-opressao-estrutural-na-palestina-e-no-brasil-por-meio-da-solidariedade-mutua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/08\/julho-negro-combatendo-a-opressao-estrutural-na-palestina-e-no-brasil-por-meio-da-solidariedade-mutua\/","title":{"rendered":"Julho Negro: combatendo a opress\u00e3o estrutural na Palestina e no Brasil por meio da solidariedade m\u00fatua."},"content":{"rendered":"<p><em>Por <strong>Organiza\u00e7\u00e3o de base Palestina\/Campanha Contra o Muro do Apartheid<br \/>\n<\/strong>Traduzido por Priscilla Ferreira<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 26 de julho, os palestinos reiteraram sua solidariedade e apoio aos moradores das favelas que s\u00e3o violentados por brutalidade policial e discrimina\u00e7\u00e3o, ao realizarem um webinar como parte dos eventos do Julho Negro que acontecem anualmente no Rio de Janeiro, Brasil. O webinar procurou aproximar suas experiencias, que s\u00e3o ao mesmo tempo diferentes, mas tamb\u00e9m\u00a0 comuns ao cotidiano nas favelas e na Palestina. O fortalecimento das pontes de solidariedade entre a Palestina e as favelas visa combater as estruturas opressoras do apartheid, militariza\u00e7\u00e3o, colonialismo, colonialismo por ocupa\u00e7\u00e3o, hetero-patriarcado, capitalismo e neoliberalismo, que privam todos os palestinos, assim como os residentes nas favelas, os ind\u00edgenas e negros de seus direitos humanos b\u00e1sicos, sejam eles educa\u00e7\u00e3o, habita\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, seguran\u00e7a e muitos outros. Os eventos do Julho Negro s\u00e3o um espa\u00e7o para condenar a valida\u00e7\u00e3o e exalta\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas excludentes dos regimes opressores e de apartheid.<\/p>\n<p>Julho Negro \u00e9 uma s\u00e9rie de eventos que s\u00e3o organizados pelos movimentos de favelas no Rio de Janeiro, Brasil. Este ano, o Julho Negro estava em sua quinta edi\u00e7\u00e3o anual. O Julho Negro \u00e9 um espa\u00e7o para combater o racismo, a discrimina\u00e7\u00e3o e o apartheid e para enfatizar a natureza internacionalista do combate contra todos os regimes opressores em todo o mundo. A participa\u00e7\u00e3o anual dos palestinos no Julho Negro este ano foi por meio de um webinar devido \u00e0 propaga\u00e7\u00e3o da pandemia COVID-19.\u00a0 Nossa participa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma demonstra\u00e7\u00e3o de solidariedade com nossas irm\u00e3s e irm\u00e3os que vivem desafio nas favelas superlotadas no Brasil. Para enfatizar e reiterar a solidariedade m\u00fatua entre os palestinos e o povo das favelas, convidamos dois palestrantes do Brasil: Fransergio Goulart e Gizele Martins e um palestrante da Palestina, Jamal Juma &#8216;. Fransergio Goulart \u00e9 ativista do movimento de favela e organizador dos eventos que acontecem no Rio de Janeiro. Ele apresentou aos jovens palestinos que participaram do webinar o prop\u00f3sito dos eventos do Julho Negro, a situa\u00e7\u00e3o nas favelas e o envolvimento internacional nos eventos anuais. Gizele Martins \u00e9 jornalista, residente na favela da Mar\u00e9, no Rio de Janeiro, e uma das organizadoras do evento. Ela visitou a Palestina em 2017. O webinar foi um espa\u00e7o para Gizele compartilhar suas reflex\u00f5es sobre sua visita \u00e0 Palestina, as semelhan\u00e7as entre as pr\u00e1ticas de apartheid de Israel contra os palestinos e as pr\u00e1ticas genocidas do Estado brasileiro contra os negros e moradores de favelas. Jamal Juma &#8216;, um proeminente ativista popular da Palestina e Coordenador Geral da Campanha Pare o Muro. Compartilhou com o p\u00fablico sua experi\u00eancia ao visitar uma das favelas no Brasil para o Julho Negro de 2018, bem como experi\u00eancias em encontros na \u00c1frica do Sul e no Brasil com movimentos de luta contra a opress\u00e3o, expropria\u00e7\u00e3o e exclus\u00e3o. Jamal tamb\u00e9m afirmou a import\u00e2ncia de construir e fortalecer pontes de solidariedade m\u00fatua com os povos ind\u00edgenas, marginalizados e negros que vivem em periferias, trazendo a Campanha Mundo Sem Muros como exemplo.<\/p>\n<h4>Nosso inimigo comum fala a mesma l\u00edngua.<\/h4>\n<p>Palestinos e moradores das favelas lutam contra a mesma matriz global de opress\u00f5es intersetoriais. Para a popula\u00e7\u00e3o das favelas, Fransergio destacou: \u201c26 de julho, primeiro dia dos eventos do Julho Negro, \u00e9 importante porque \u00e9 o anivers\u00e1rio do massacre de Acar\u00ed. H\u00e1 30 anos, em 26 de julho de 1990, a Pol\u00edcia Militar do Estado do Rio chegou a Acar\u00ed, uma das favelas do Rio de Janeiro, e sequestrou 11 jovens, 7 deles menores, que foram desaparecidos para sempre. Escolhemos esta data para iniciar os eventos do Julho Negro para lembrar o que aconteceu. \u201d Fransergio tamb\u00e9m declarou que parte do prop\u00f3sito do Julho Negro \u00e9 \u201clembrar nosso povo de nunca parar a luta pela liberdade e justi\u00e7a\u201d. Por isso, acrescentou, \u201ctemos que guardar a mem\u00f3ria daqueles que sofreram com a brutalidade policial brasileira\u201d. Em conson\u00e2ncia com Fransergio, Jamal comenta que para os Palestinos \u201c\u00e9 importante nos lembrarmos daqueles que sofreram e das cat\u00e1strofes que nos levaram \u00e0 nossa atual situa\u00e7\u00e3o de um regime de apartheid israelense entrincheirado\u201d. Jamal continuou a dizer: \u201cEm maio de 1948, Israel foi criado sob os destro\u00e7os das casas do meu povo. Em junho de 1967, Israel ocupou o restante da Palestina e come\u00e7ou a construir seus assentamentos ilegais, consolidando o apartheid,\u00a0 marginalizando nosso povo em guetos. \u201dComo a opress\u00e3o israelense do apartheid \u00e9 parte integrante dos sistemas pol\u00edtico-econ\u00f4micos globais interligados de supremacia branca e do racismo, a opress\u00e3o israelense do apartheid compartilha com tais sistemas as mesmas t\u00e9cnicas subjugadoras e desumanizantes do genoc\u00eddio, pris\u00e3o em massa, discrimina\u00e7\u00e3o e guetiza\u00e7\u00e3o. Para enfatizar como os dois sistemas opressivos exportam ideologias e pr\u00e1ticas de discrimina\u00e7\u00e3o, viol\u00eancia e exclus\u00e3o entre si, Gizele argumentou que \u201ca discrimina\u00e7\u00e3o exercida tanto pelo governo brasileiro contra n\u00f3s nas favelas quanto por Israel contra os palestinos faz parte de um sistema capitalista global para marginalizar e silenciar as pessoas. \u201d Relembrando sua visita \u00e0 Palestina, Gizele comentou:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><em>A semelhan\u00e7a mais not\u00e1vel entre a situa\u00e7\u00e3o dos palestinos e do povo das favelas \u00e9 o sistema de apartheid que os dois regimes opressivos\u00a0 imp\u00f5em &#8211; o governo brasileiro e o regime de apartheid israelense. Na Palestina, vi o Muro do Apartheid e os jipes militares em todos os lugares como manifesta\u00e7\u00f5es do apartheid de Israel. Isso \u00e9 parecido com as favelas. Tanto na Palestina quanto nas favelas, os dois regimes opressores usam a viol\u00eancia contra os povos racialmente oprimidos, incluindo a pris\u00e3o de crian\u00e7as. Como alguns lugares na Palestina, as favelas carecem de eletricidade e \u00e1gua, de que mais precisam durante a pandemia. A \u00fanica diferen\u00e7a \u00e9 que as pr\u00e1ticas impostas pelo regime do apartheid israelense s\u00e3o mais repressivas e violentas<\/em>.<\/p>\n<p>Jamal argumentou que a\u00a0 brutalidade estrutural dos dois regimes opressores, conforme notada por Gizele, \u201cest\u00e1 sendo consolidada e justificada por um processo constante de demoniza\u00e7\u00e3o e difama\u00e7\u00e3o de palestinos, negros e ind\u00edgenas\u201d. Ele acrescentou que &#8220;a grande m\u00eddia desempenha um papel importante em demonizar e desumanizar os povos que os regimes opressores procuram subjugar e dominar&#8221;. Fransergio afirmou que o governo brasileiro uniu seus interesses ao regime de apartheid de Israel e ao militarismo ainda mais ao permitir que Israel implemente projetos de diferentes tipos no Brasil. O mais not\u00e1vel deles \u00e9 a exporta\u00e7\u00e3o de ideologia de militariza\u00e7\u00e3o, treinamento, servi\u00e7os e t\u00e9cnicas de vigil\u00e2ncia de Israel para a pol\u00edcia brasileira perseguir, intimidar e atirar para matar defensores dos direitos humanos e pessoas nas favelas. O Brasil \u00e9 um dos maiores clientes da Companhia Israelense de Seguran\u00e7a, Sistemas de Seguran\u00e7a e Defesa Internacional (ISDS). A ISDS est\u00e1 profundamente enraizada nos cont\u00ednuos crimes de guerra de Israel e na consolida\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas de apartheid israelense contra o povo palestino. A ISDS comercializa suas armas e outros servi\u00e7os como fazendo a propagando que foram &#8220;testados no campo&#8221; contra palestinos.<\/p>\n<h4>V\u00edtimas passivas?<\/h4>\n<p>N\u00e3o mais em meio \u00e0 solidariedade m\u00fatua!\u00a0 As semelhan\u00e7as abordadas pelos tr\u00eas palestrantes ao longo do webinar mostram como as lutas dos palestinos e dos moradores das favelas por autodetermina\u00e7\u00e3o e justi\u00e7a s\u00e3o esfor\u00e7os inextricavelmente interligados.\u00a0 Como a Palestina, as pessoas que vivem nas favelas s\u00e3o sitiadas de uma forma ou de outra por meio da viol\u00eancia do policiamento, opress\u00e3o sancionada pelo Estado, assassinatos brutais, pris\u00e3o arbitr\u00e1ria, sistemas de vigil\u00e2ncia, muros e controle de tantos outros aspectos da vida.\u00a0 A experiencia de luta di\u00e1ria, afirmou Gizele com tom de irmandade, \u201ctorna a defesa dos direitos dos palestinos o mesmo que defender os direitos dos ind\u00edgenas e dos negros no Brasil\u201d.\u00a0\u00a0 Ela acrescentou que \u201ca luta de ambos os povos \u00e9 cont\u00ednua, assim como a solidariedade m\u00fatua\u201d.\u00a0 Como parte dos esfor\u00e7os para internacionalizar as lutas das pessoas marginalizadas em todo o mundo e refor\u00e7ar a solidariedade m\u00fatua entre elas, Jamal trouxe \u00e0 tona a centralidade da Campanha do Mundo Sem Muros (WWW) como uma tentativa de unir diferentes povos contra a prolifera\u00e7\u00e3o de muros globalmente. WWW foi lan\u00e7ada em 2017 pela Stop the Wall\u00a0 (Parem com os Muros) e por movimentos ind\u00edgenas no M\u00e9xico como uma resposta \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do muro da vergonha dos EUA em terras ind\u00edgenas no M\u00e9xico. Hoje, existem mais de 70 muros em todo o mundo, simbolizando como nosso mundo controlado pelo imperialismo, capitalismo, neoliberalismo e hetero-patriarcado substitui a justi\u00e7a, liberdade e igualdade por muros de exclus\u00e3o, discrimina\u00e7\u00e3o, alteridade e explora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A dissemina\u00e7\u00e3o da pandemia COVID-19 intensificou os muros vis\u00edveis e invis\u00edveis definidas para controlar a vida dos palestinos, dos moradores das favelas e de outras pessoas marginalizadas em todo o mundo. As pr\u00e1ticas discriminat\u00f3rias do governo brasileiro estabeleceram um muro entre as pessoas marginalizadas que vivem nas favelas, as afastando ainda mais do acesso a medidas de prote\u00e7\u00e3o contra a pandemia, de do seu direito ao cuidado de sa\u00fade. Frans\u00e9rgio comentou que \u201cfoi um desafio para os moradores das favelas garantirem as necessidades m\u00ednimas para se protegerem da pandemia, incluindo ter acesso alimentos e desinfetantes, porque o governo brasileiro n\u00e3o ofereceu nenhum apoio aos moradores das favelas durante a crise do COVID 19. Devido \u00e0 pandemia, algumas pessoas nas favelas morreram de fome \u201d.<\/p>\n<p>A viol\u00eancia intensificada da ocupa\u00e7\u00e3o israelense e as pr\u00e1ticas de apartheid durante a pandemia fizeram com que o sofrimento dos palestinos com a pandemia n\u00e3o fosse diferente do sofrimento das pessoas que moram nas favelas.\u00a0 No entanto, em tempos dif\u00edceis e sombrios, a solidariedade m\u00fatua e os v\u00ednculos entre os povos oprimidos prosperam e crescem ainda mais. Por esse motivo, a WWW lan\u00e7ou uma exposi\u00e7\u00e3o online intitulada \u201cWalls in Times of Pandemic\u201d (Muros em Tempos de Pandemia). A exposi\u00e7\u00e3o inclui contribui\u00e7\u00f5es de muitos movimentos, inclusive dos movimentos de favelas, e compartilha as experi\u00eancias do sofrimento das pessoas com a propaga\u00e7\u00e3o da pandemia e com o n\u00famero crescente de muros de repress\u00e3o. Seu objetivo \u00e9 fortalecer as redes entre essas pessoas e movimentos e por em di\u00e1logo as aspira\u00e7\u00f5es que buscam construir um #MundoSemMuros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Organiza\u00e7\u00e3o de base Palestina\/Campanha Contra o Muro do Apartheid Traduzido por Priscilla Ferreira &nbsp; Em 26 de julho, os palestinos reiteraram sua solidariedade e apoio aos moradores das favelas que s\u00e3o violentados por brutalidade policial e discrimina\u00e7\u00e3o, ao realizarem&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1685,"featured_media":1184094,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[102,116,111],"tags":[2744,80555,2624,19280],"class_list":["post-1184093","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-asia-pt-pt","category-direitos-humanos","category-politica-pt-pt","tag-brasil","tag-julho-negro","tag-palestina-pt-pt","tag-solidariedade"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Julho Negro: combatendo a opress\u00e3o estrutural na Palestina e no Brasil por meio da solidariedade m\u00fatua.<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Por Organiza\u00e7\u00e3o de base Palestina\/Campanha Contra o Muro do Apartheid Traduzido por Priscilla Ferreira &nbsp; 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