{"id":115276,"date":"2014-06-24T02:28:00","date_gmt":"2014-06-24T01:28:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pressenza.com\/?p=115276"},"modified":"2014-06-24T02:28:00","modified_gmt":"2014-06-24T01:28:00","slug":"sobre-o-fala-silo-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2014\/06\/sobre-o-fala-silo-ii\/","title":{"rendered":"Sobre o Fala Silo &#8211; II"},"content":{"rendered":"<p>Continuando com as mat\u00e9rias sobre a obra de Silo, mencionada no pr\u00f3logo da nova edi\u00e7\u00e3o de Fala Silo, edi\u00e7\u00f5es Le\u00f3n Alado (Espanha). Apresentamos os textos a seguir, com o objetivo de aproximar Silo aos leitores:<\/p>\n<p>Por motivo de sua chegada \u00e0 \u00c1sia, junto a um grupo de amigos de diferentes lugares, tive a fortuna de estar presente nos dois atos que foram realizados. Um deles em Colombo, capital de Sri Lanka (ex Ceil\u00e3o) onde Silo al\u00e9m de expor em ato p\u00fablico conversou com membros da Sangha Budista. E \u00a0o outro, nas praias de Chawpatty, \u00e0s portas de Mumbai. Esta foi uma experi\u00eancia \u00fanica pela aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas que acudiram \u00e0s instala\u00e7\u00f5es, dispostas a participarem do ato ordeira e atentamente, naquele entardecer.<\/p>\n<p>Fomos chegando a Colombo aos poucos, de diferentes lugares e ficamos gratamente impressionados pelo clima tropical e as pessoas sempre sorridentes e am\u00e1veis. Posso relatar um pequeno incidente muito revelador. Assim que descemos do avi\u00e3o, pedimos ao chofer que nos levasse para fazer c\u00e2mbio da moeda, n\u00f3s v\u00ednhamos de T\u00f3kio e no Jap\u00e3o \u00e9 costume ter moeda local, j\u00e1 no in\u00edcio.<\/p>\n<p>Enquanto esper\u00e1vamos no banco, o chofer, um jovem humilde que tamb\u00e9m era int\u00e9rprete, subitamente nos pergunta, olhando para as japonesas: O que \u00e9 o mais importante para voc\u00eas (como estrangeiros)? Elas, vacilam um pouco e respondem: Bem, n\u00e3o sabemos ao certo, talvez o dinheiro seja o mais importante. Sim, acho que \u00e9 isso&#8230; Imediatamente o jovem ri e comenta a resposta para todos os presentes em cingal\u00eas, ao que todos riem&#8230; Ent\u00e3o ele diz para n\u00f3s: \u201cAqui n\u00e3o \u00e9 assim, o mais importante \u00e9 a religi\u00e3o, qualquer que seja a de cada pessoa, budista, hindu\u00edsta, crist\u00e3, ela \u00e9 o mais importante e todos nos relacionamos bem\u201d. Essa foi a nossa <i>antr\u00e9e<\/i> neste pa\u00eds que colocou em xeque as prioridades.<\/p>\n<p>Os amigos Siloistas do local tinham organizado v\u00e1rias atividades, um ato central e visita a organiza\u00e7\u00f5es e ao Primeiro Ministro, com quem Silo intercambiou sobre diferentes temas.\u00a0 No final da visita Silo recomendou ao Primeiro Ministro atender para a viol\u00eancia (naquele momento muito presente em partes do pa\u00eds por conta da guerrilha secessionista). O Primeiro Ministro respondeu que n\u00e3o havia problemas, o pa\u00eds era budista e muito pac\u00edfico. Por\u00e9m, tempos depois houve um tremendo atentado na capital contra a Presid\u00eancia do pa\u00eds com consequ\u00eancias fatais. Mais uma vez, Silo n\u00e3o foi ouvido, em circunst\u00e2ncias muito precisas. (Lembremos que na primeira disserta\u00e7\u00e3o em Mendoza, em 1969, lhe foi dito que n\u00e3o havia viol\u00eancia, que ela existia l\u00e1 no Vietn\u00e3&#8230; Pouco depois houve revoltas na rua como nunca antes, ganhando o apelido de \u201cmendozazo\u201d, como referencia ao grave conflito desatado).<\/p>\n<p>A troca de ideias de Silo com membros da Sangha budista de Sri Lanka em 1981 ocorreu com fluidez. Ele expos a sua mensagem simples, dirigida ao dia a dia das pessoas, reconhecendo as pr\u00f3prias limita\u00e7\u00f5es e destacando a import\u00e2ncia de <i>\u201c<b>saltar sobre os pr\u00f3prios problemas para dirigir-se aos outros<\/b><\/i><b>\u201d.<\/b><\/p>\n<p>Aqui est\u00e1 o n\u00facleo de sua pr\u00e9dica: dirigir-se a outros. Baseada na premissa de que<b> \u201cdar \u00e9 melhor do que receber\u201d. <\/b>E pontifica na ideia de que \u201ctodo ato que termina em si mesmo gera contradi\u00e7\u00e3o e sofrimento\u201d e na ideia de que \u201cas a\u00e7\u00f5es que terminam em outros s\u00e3o as \u00fanicas capazes de fazer<b> superar o pr\u00f3prio sofrimento\u201d <\/b>E \u201ceste encerramento, este individualismo, esta volta das a\u00e7\u00f5es\u00a0 sobre si mesmo est\u00e3o produzindo uma desintegra\u00e7\u00e3o total no homem de hoje&#8230;<b> h\u00e1 um s\u00f3 ato <\/b>que permite ao ser humano romper sua contradi\u00e7\u00e3o e sofrimento permanente. Este \u00e9 o ato moral <b>em que o ser humano se dirige a outro para o ajudar a superar seus sofrimentos\u201d<a title=\"\" href=\"file:\/\/\/D:\/paulo\/PRESSENZA\/2014\/junho\/Sobre%20Fala%20Silo%20-%20tito%20de%20casas.docx#_ftn1\"><b>[1]<\/b><\/a><\/b><\/p>\n<p>As conversas continuam. Em outro momento destacar\u00e1 a import\u00e2ncia do guia, ante o coment\u00e1rio de um monge: Com isso de uns ajudando outros, n\u00e3o existe o perigo de que \u201co cego ajude outro cego\u201d? A isto Silo explicou que mesmo sendo cego h\u00e1 outros sentidos com os quais a pessoa poderia ajudar o caminhante em seu percurso.<\/p>\n<p>Depois assistimos ao ato que foi traduzido para o ingl\u00eas, cingal\u00eas e t\u00e2mil. Este foi realizado em local fechado em uma agitada regi\u00e3o da capital do pa\u00eds, budista por antonom\u00e1sia, que foi uma pr\u00e9via do que viria desenvolver na pr\u00f3xima parada: \u00cdndia.<\/p>\n<p>Chegamos a Bombaim desde Colombo e j\u00e1 haviam muitos amigos de diferentes lugares que nos tinham precedido. A equipe encarregada do ato estava trabalhando <i>\u2018full time<\/i>\u2019 em numerosas tarefas, instala\u00e7\u00f5es, som, divulga\u00e7\u00e3o, m\u00eddia, convites e outras. Para a divulga\u00e7\u00e3o foi feito algo original: perto da praia colocaram bem alto um bal\u00e3o com a frase <i>\u2018Come to Silo\u2019s talk\u2019.<\/i><\/p>\n<p>No hotel onde nos alojamos realizou-se ao chegar uma confer\u00eancia de imprensa, com tradutor, \u00e0a que Silo respondeu amplamente e as notas publicadas ganharam t\u00edtulos como<i> \u201cSilo, the Argentinean philosopher in Bombay\u201d&#8230;<\/i><\/p>\n<p>Enquanto os preparativos eram feitos, instalavam cadeiras, palco, alto-falantes e microfones, Silo visitava o local tranquilamente, apreciando a amabilidade dos transeuntes e conversava com alguns atrav\u00e9s do int\u00e9rprete. Os convites pessoais e algum an\u00fancio nos jornais fizeram o resto para que uma concorr\u00eancia impressionante enchesse o lugar.<\/p>\n<p>No dia do ato o pessoal chegava com anteced\u00eancia e ordenadamente \u00e0 praia. Uma brisa acompanhava at\u00e9 que ela se transformou num vento ao anoitecer, junto \u00e0 voz de Silo, transmitida em quatro l\u00ednguas: espanhol, ingl\u00eas, h\u00edndi e gujarati.\u00a0 Uma jornada antol\u00f3gica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>6. <b>Em Sri Lanka<\/b>. Silo chegou \u00e0 distante \u00c1sia, onde se originaram os grandes ensinamentos; esta \u00e9 a terra do budismo mais ortodoxo. Cumprindo com um grande ciclo hist\u00f3rico, sua proposta se universaliza. J\u00e1 \u00e9 algo mundial. Em uma conversa com monges budistas\u00a0 Silo destacar\u00e1 a import\u00e2ncia da for\u00e7a moral em marcha e do ato solid\u00e1rio, com as a\u00e7\u00f5es de conduta lan\u00e7adas para chegarem a outros como a\u00e7\u00e3o v\u00e1lida. Acredito que vale destacar que em nenhum outro lugar Silo foi recebido com tamanha disposi\u00e7\u00e3o e amabilidade, primeiro pelas autoridades do pa\u00eds e depois pelas pessoas manifestamente religiosas. Tudo correu t\u00e3o bem at\u00e9 no menor detalhe!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>7. <b>Em Bombaim, \u00cdndia<\/b>.<b> <\/b>Nossos olhos n\u00e3o acreditavam, surpresos diante dos milhares de participantes que compareceram a escutar aquele homem, ao contr\u00e1rio de tantos viajantes que v\u00eaem buscando&#8230;,\u00a0 ele falaria de suas certezas, esmiu\u00e7ando temas cruciais como a desumaniza\u00e7\u00e3o da Terra.<\/p>\n<p>Ele disse: <i>\u201cBom \u00e9 tudo que melhora a vida. Mau \u00e9 tudo que se op\u00f5e \u00e0 vida. Bom \u00e9 o que une o povo, mau aquilo que o desune\u201d. Bom \u00e9 o que afirma: \u201dAinda h\u00e1 futuro\u201d. Mau \u00e9 dizer: \u201cN\u00e3o h\u00e1 futuro nem sentido na vida\u201d. \u201cBom \u00e9 dar aos povos f\u00e9 neles mesmos. Mau \u00e9 o fanatismo que se op\u00f5e \u00e0 vida\u201d.<\/i><\/p>\n<p>Aquele comovedor discurso terminava, entrando j\u00e1 na noite, com a proposta da experi\u00eancia de converter o sentido da vida e comunic\u00e1-lo a outros: <i>\u201c&#8230;Gostaria de repetir estas frases: <b>Vai at\u00e9 teus pais, teu par, teus colegas, amigos e inimigos e diga-lhes com o cora\u00e7\u00e3o aberto: Algo grande e novo se passou hoje em mim, e explica a eles esta mensagem de reconcilia\u00e7\u00e3o<\/b><\/i>\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>8. <b>A respeito do humano<\/b>. Continuamos nos anos 80, de volta ao Cone Sul, na Grande Buenos Aires, onde se desenvolve um centro de estudos sobre seu Pensamento, no qual tamb\u00e9m participa. Diante das consultas ele exp\u00f5e sua vis\u00e3o sobre que \u00e9 o humano, algo consubstancial a seu enfoque humanista que dar\u00e1 lugar, precisamente, ao Novo Humanismo. Baseados nestas explica\u00e7\u00f5es realizamos este exerc\u00edcio: \u201c<i>Sinto o humano em mim, sinto o humano em ti<\/i>\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>9. <b>A religiosidade no mundo atual<\/b>. Agora na Casa Su\u00ed\u00e7a, na capital de Buenos Aires, reconhecido centro de reuni\u00f5es e confer\u00eancias, abarrotada por uma audi\u00eancia ansiosa para escutar o Silo, que n\u00e3o falava publicamente h\u00e1 alguns anos. Ele abordar\u00e1 um tema que lhe \u00e9 muito pr\u00f3ximo: a religiosidade. No come\u00e7o faz um p\u00e9riplo pelas exposi\u00e7\u00f5es anteriores, destacando as hostilidades padecidas e como foram superadas at\u00e9 poder chegar a este momento quando novamente \u00e9 poss\u00edvel dissertar em p\u00fablico. Com erudi\u00e7\u00e3o alude o tema, esclarece que n\u00e3o o faz com um foco cient\u00edfico. Destaca que uma nova religiosidade j\u00e1 surgiu no mundo atual com um fundo de rebeldia, que h\u00e1 de se modificar f\u00f3rmulas tradicionais e outros aspectos. \u00c9, com certeza, <i>express\u00e3o do sagrado<\/i> em nosso tempo. T\u00f3picos que ele seguir\u00e1 tratando nas d\u00e9cadas seguintes.<\/p>\n<p>Para terminar com este ponto tem\u00e1tico permitam que o relacione com uma frase que conhec\u00edamos desde seus primeiros escritos, quando, ainda jovem, j\u00e1 perfilava seu pensamento:<\/p>\n<p>H\u00e1 de se ressuscitar a Deus.<\/p>\n<p>Quero um deus que me escute e me fale. N\u00e3o<\/p>\n<p>um eco morto de meu sil\u00eancio agudo<a title=\"\" href=\"file:\/\/\/D:\/paulo\/PRESSENZA\/2014\/junho\/Sobre%20Fala%20Silo%20-%20tito%20de%20casas.docx#_ftn2\">[2]<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outros temas nos pr\u00f3ximas artigos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a style=\"line-height: 1.5em;\" title=\"\" href=\"file:\/\/\/D:\/paulo\/PRESSENZA\/2014\/junho\/Sobre%20Fala%20Silo%20-%20tito%20de%20casas.docx#_ftnref1\">[1]<\/a><span style=\"line-height: 1.5em;\">Ver: Coment\u00e1rios \u00e0 Mensagem de Silo. <\/span><i style=\"line-height: 1.5em;\">Experiencia pessoal relacionada com A A\u00e7\u00e3o V\u00e1lida. De Karen Rohn<\/i><i style=\"line-height: 1.5em;\"> <\/i><a style=\"line-height: 1.5em;\" href=\"http:\/\/www.silosmessage.net\/\">www.silosmessage.net<\/a><span style=\"line-height: 1.5em;\">, <\/span><a style=\"line-height: 1.5em;\" href=\"http:\/\/www.elmensajedesilo.net\/\">www.elmensajedesilo.net<\/a><\/p>\n<div>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"file:\/\/\/D:\/paulo\/PRESSENZA\/2014\/junho\/Sobre%20Fala%20Silo%20-%20tito%20de%20casas.docx#_ftnref2\">[2]<\/a> Uma de suas primeiras frases escritas conhecidas numa novela curta, onde o termo \u2018ressuscitar\u2019 pode ser melhor entendido como renascer, um voltar a manifestar-se o esp\u00edrito humano j\u00e1 rebelando-se ante qualquer aparente derrota, como as que manifestam varias ideologias pesimistas do s\u00e9culo XIX e XX.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><i>\u00a0<\/i><\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Cristina Obredor<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Continuando com as mat\u00e9rias sobre a obra de Silo, mencionada no pr\u00f3logo da nova edi\u00e7\u00e3o de Fala Silo, edi\u00e7\u00f5es Le\u00f3n Alado (Espanha). 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