{"id":1140055,"date":"2020-06-21T03:51:29","date_gmt":"2020-06-21T02:51:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1140055"},"modified":"2020-08-01T17:51:31","modified_gmt":"2020-08-01T16:51:31","slug":"so-o-que-for-possivel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2020\/06\/so-o-que-for-possivel\/","title":{"rendered":"S\u00f3 o que for poss\u00edvel"},"content":{"rendered":"<h5><span style=\"color: #999999;\">LIVRO<\/span><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Apresenta\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p><em>S\u00f3 o que for poss\u00edvel<\/em> n\u00e3o \u00e9 um livro de mensagens ou de autoajuda para os tempos de pandemia, mas, uma tentativa de construir uma narrativa, que fuja da simples compreens\u00e3o do cotidiano de uma pessoa numa quarentena, se defendendo de toda normalidade que lhe foi roubada de uma hora para outra e sem nenhum aviso.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria, dividida em cap\u00edtulos, n\u00e3o segue uma linearidade de tempo que se constr\u00f3i seguindo a l\u00f3gica de um rel\u00f3gio, mas se insere acerca de um per\u00edodo imensur\u00e1vel de uma quarentena, durante uma pandemia mundial. As cr\u00f4nicas s\u00e3o narradas na primeira pessoa, mas usam personagens e lembran\u00e7as do narrador para criar um ambiente de comunica\u00e7\u00e3o entre v\u00e1rios mundos em diversos tempos. Cada cap\u00edtulo segue seu pr\u00f3prio curso e n\u00e3o tem compromisso de dar ao leitor uma sequencia l\u00f3gica de tempo ou de a\u00e7\u00e3o, apenas a narrativa importa.<\/p>\n<p><em>S\u00f3 o que for poss\u00edvel<\/em> \u2013 n\u00e3o tem a pretens\u00e3o de defender teses e, muito menos disseminar ideias, apenas deve funcionar como um ant\u00eddoto que reconecte o leitor a um mundo poss\u00edvel, mesmo diante do caos.<\/p>\n<p>O conjunto de onze cap\u00edtulos ser\u00e1 disponibilizado aos leitores de Pressenza ao longo de alguns meses. A cada 15 dias ser\u00e1 publicado um cap\u00edtulo* com uma ilustra\u00e7\u00e3o, num total de 11 postagens. Todo o conte\u00fado do livro pode ser descrito como uma obra de realismo fant\u00e1stico, como muitas vezes, encontramos nas hist\u00f3rias das crian\u00e7as, mas n\u00e3o se engane, toda a fantasia est\u00e1 presente nas mem\u00f3rias do autor e, podem sim, ser parte de uma realidade ou, simplesmente, de sonhos.<\/p>\n<p>Nessa obra, a palavra \u00e9 usada para abra\u00e7ar, unir, o tempo real com as ilus\u00f5es constru\u00eddas na mem\u00f3ria no passado ou no futuro do narrador, que funciona como uma pequena embarca\u00e7\u00e3o num mar aparentemente calmo da solid\u00e3o de uma quarentena ou na tormenta interna que ela pode provocar nos seres humanos.<\/p>\n<p>Cada linha ou conjunto delas s\u00e3o minutos, horas, dias, semanas e meses trancafiados num apartamento, onde a companhia principal \u00e9 o medo da morte ou do futuro que poder\u00e1 vir depois que a pandemia for debelada. S\u00f3 o que for poss\u00edvel \u00e9 uma viagem que se estabelece dentro de um quarto, um apartamento, onde cada compartimento da casa e do homem que a habita \u00e9 um refugio contra a angustia que a solid\u00e3o imprime na alma, que se obriga a manter-se viva e atenta a tudo que n\u00e3o se movimenta a sua volta. Pode parecer paradoxo, mas a obra \u00e9 um exerc\u00edcio para o desapego, onde a personagem principal tenta si ensinar que amar \u00e9 dar novos significados a vida.<\/p>\n<p>As ilustra\u00e7\u00f5es ficam a cargo da publicit\u00e1ria e artista pl\u00e1stica, Fernanda N\u00f3brega, que recebeu os cap\u00edtulos para dar vida a narrativa do autor. Para Isso, usou uma t\u00e9cnica mista com nanquim e carv\u00e3o, criando a partir dos textos, uma imagem de refer\u00eancia \u00e0 fantasia do autor.<\/p>\n<p>Fica o convite a todos que se interessarem em conhecer essa aventura, que se passa dentro do quarto de um apartamento, em Copacabana, onde a principal liga\u00e7\u00e3o com o mundo externo \u00e9 uma janela lateral, que se conecta com a luz do sol, apenas m\u00edseros 15 minutos por dia.<\/p>\n<p>Boa leitura a todos. Espero que gostem.<br \/>\n<em>Guido Mendes<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1140056 size-full\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Jonas-e-a-baleia-Fernanda-No\u0301brega.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"448\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Jonas-e-a-baleia-Fernanda-No\u0301brega.jpg 1024w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Jonas-e-a-baleia-Fernanda-No\u0301brega-300x131.jpg 300w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Jonas-e-a-baleia-Fernanda-No\u0301brega-720x315.jpg 720w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Jonas-e-a-baleia-Fernanda-No\u0301brega-768x336.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<h4>Cap\u00edtulo I. Jonas e a baleia<\/h4>\n<p>Uma fresta na janela e o facho de luz entrando, iluminando um pequeno raio da varanda do apartamento, onde sou prisioneiro nos \u00faltimos sessenta dias. Estamos em maio de 2020 e o mundo est\u00e1 em p\u00e2nico com a amea\u00e7a de um v\u00edrus mortal. L\u00e1 fora, o sol incendeia o planeta se segurando sob uma imensid\u00e3o azul de um dia de outono.<\/p>\n<p>Tenho pouco tempo. Um tempo de vida que n\u00e3o sei precisar e um tempo para receber do sol as vibra\u00e7\u00f5es dos raios que fogem da minha janela \u00e0 medida que os ponteiros do rel\u00f3gio avan\u00e7am para o meio dia. S\u00e3o apenas 15 minutos de luz para um dia todo de sombras. A perspectiva n\u00e3o \u00e9 propriamente a melhor, mas \u00e9 a \u00fanica poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Tudo est\u00e1 fora de ordem, apesar de estar tudo em seu devido lugar. Apenas a mente caminha sem rumo sobre as informa\u00e7\u00f5es desencontradas e uma enxurrada de an\u00e1lises pouco referendadas em conhecimento.<\/p>\n<p>O suor vai tomando conta dos poros e a pele, a grande c\u00e9lula do corpo, vai se avermelhando numa febre que logo vai passar. Tudo \u00e9 inconstante. Todos os gestos ficam sem sentido \u00e0 medida que o tempo avan\u00e7a na solid\u00e3o de uma quarentena que n\u00e3o tem protocolos cient\u00edficos, apenas o medo de uma contamina\u00e7\u00e3o em massa e a necessidade de se achatar a curva no sistema de sa\u00fade.<\/p>\n<p>A cada minuto mais mortes. Os defuntos, at\u00e9 ent\u00e3o, classificados como n\u00fameros numa estat\u00edstica desumana v\u00e3o ganhando nomes, sobrenomes e, cada vez mais proximidade com as barreiras que guardam meu corpo ainda sadio.<\/p>\n<p>Pela casa v\u00e3o se amontoando tarefas que eu nunca fiz por falta de tempo. E, quanto mais tempo em tenho, menos a vontade se apresenta. O paradoxo entre o discurso e a\u00e7\u00e3o vai ficando cada vez mais claro e eu tento n\u00e3o pensar.<\/p>\n<p>Na escrivaninha do quarto, o computador empoeirado e a caneta sobre o bloco de notas. Tantas miss\u00f5es, projetos, poemas inacabados e frases soltas em linhas \u00e1vidas para receber o conte\u00fado sem sentido de um homem acuado pelo medo da morte e as dores que a precedem. Tento organizar-me numa rotina produtiva para n\u00e3o enlouquecer: faxina, banho, almo\u00e7o, leitura, m\u00fasica, relaxamento, televis\u00e3o, mas nada se concatena. Comer e pensar parecem ser o melhor ant\u00eddoto contra a necessidade de parecer ou ser produtivo diante das circunst\u00e2ncias.<\/p>\n<p>Os segundos avan\u00e7am se transformando em minutos, horas, dias e noites sem dormir. N\u00e3o h\u00e1 vacina contra o v\u00edrus e nem para a angustia que ele provoca nos corpos que ainda n\u00e3o invadiu. \u00c9 uma saga sem her\u00f3is, uma luta constante contra o invis\u00edvel. Ele est\u00e1 l\u00e1 fora me afrontando, desafiando minha coragem e, seguindo, avan\u00e7ando, se multiplicando. Est\u00e1 em toda parte, na fechadura da porta que me acena com a liberdade, no elevador que me conduz e no ar das ruas salpicadas de seres humanos que n\u00e3o t\u00eam a mesma sorte dos aquartelados em seus apartamentos de luxo.<\/p>\n<p>O gari que caminha sem prote\u00e7\u00e3o pelas ruas esvaziando lixeiras abarrotadas de sucatas, restos de alimentos, embalagens, m\u00e1scaras contaminadas, vidros quebrados e sangue. Tudo ali&#8230; o terreno f\u00e9rtil para a propaga\u00e7\u00e3o da epidemia. Bem diferente do \u201chome office\u201d que mantem vivos os sistemas pol\u00edtico e econ\u00f4mico. Mas, \u00e9 no gari que eu ainda consigo vislumbrar um broto de esperan\u00e7a. A corros\u00e3o dos pensamentos nas lideran\u00e7as pol\u00edticas e nos controladores dos meios de produ\u00e7\u00e3o e especula\u00e7\u00e3o da vida humana sempre foi e sempre ser\u00e1 maior que qualquer amea\u00e7a pand\u00eamica. Por ano milh\u00f5es de seres humanos padecem pela fome, pela polui\u00e7\u00e3o, pela falta de saneamento b\u00e1sico, pela falta de um sistema de sa\u00fade humanit\u00e1rio, pelas guerras, e, principalmente, pelas anomalias que se tornaram os poderes executivos em v\u00e1rias partes do planeta. Todo sistema politico-financeiro \u00e9 milimetricamente desenhado para explorar m\u00e3o de obra barata e ceif\u00e1-las quando deixam de ser necess\u00e1rias.<\/p>\n<p>\u00c0 tarde, parece que a raz\u00e3o foi passear nas nuvens que come\u00e7aram a cobrir o c\u00e9u. Com o corpo apoiado no parapeito da janela do quinto andar \u00e9 poss\u00edvel contemplar a vizinhan\u00e7a. Dezenas quase centenas de janelas abertas e num sil\u00eancio total. Uma cor de penumbra sai de cada apartamento, sendo quase imposs\u00edvel pensar que vida ali existe. Num espasmo de loucura cheguei a pensar que todos j\u00e1 estivessem contaminados e mortos pelo v\u00edrus. Chegou a arrepiar a pele. Mas, num gesto brusco sacudi a cabe\u00e7a para jogar para fora tais pensamentos e mirei o c\u00e9u. As nuvens cinzas come\u00e7ando a se formar coreografavam um bal\u00e9 diferente. Saias esvoa\u00e7antes de fuma\u00e7a ganhavam diversas formas e iam se aglutinando. Bem perto delas, as gaivotas plainavam com todo garbo e circunstancias, totalmente alheias ao desespero dos moradores daqueles pr\u00e9dios sem vidas.<\/p>\n<p>Em cima da mesa, o rel\u00f3gio come\u00e7a a ser vencido pelo tempo. As nuvens j\u00e1 cobriram completamente o azul do c\u00e9u e as gaivotas sumiram para os ninhos. A noite se aproxima. E a medida que a escurid\u00e3o toma conta do ambiente, luzes azuis piscantes come\u00e7am a fugir das janelas sombrias, que antes n\u00e3o demonstravam nenhuma possibilidade de vida.<\/p>\n<p>\u00c9 o alimento se revelando em forma de frames e informa\u00e7\u00f5es distorcidas da realidade. An\u00e1lises monoc\u00f3rdicas e dicot\u00f4micas povoam os lares e as mentes lac\u00f4nicas de seus habitantes.<\/p>\n<p>A penumbra avan\u00e7a sem a magia de estrelas ou da lua. \u00c9 noite de outono e uma leve brisa sinaliza mudan\u00e7a no tempo. Copacabana tem essa magia no outono quando se est\u00e1 na beira do mar. O bairro exprimido na fina faixa de terra, com o silencio dos carros, proibidos pela quarentena, nos permite, dependendo da localiza\u00e7\u00e3o, ouvir o bater das ondas bem ao longe, nos aquecendo o peito de esperan\u00e7a de que dias melhores nas\u00e7am e, que tudo volte ao normal.<\/p>\n<p>Nesse devaneio respiro profundamente e mergulho na fantasia de uma viagem no tempo, bem longe da quarentena, dos v\u00edrus, mas aqui mesmo, em Copacabana. Final de tarde de domingo, em pleno outono, minha esta\u00e7\u00e3o do ano preferida. Deitado na areia branca ouvindo as ondas do mar cantar uma das mais belas can\u00e7\u00f5es que a natureza \u00e9 capaz de nos brindar. Ao longe, \u00e0 direita, vejo o Forte com sua impon\u00eancia imprimindo um ar nada republicano \u00e0 paisagem e, do outro, o cost\u00e3o do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar. Estou relativamente na mesma distancia dos dois pontos. Com o corpo jogado na areia, a pele quente sentindo a brisa, levanto-me e decido caminhar at\u00e9 o Caminho dos Pescadores . Sigo pela areia bem junto ao mar sentindo o bater das ondas nas pernas, mergulhando e ouvindo alguns gritos de crian\u00e7as felizes que ainda brincam na areia com seus pais. Todos os sons fazem musica em meus ouvidos.<\/p>\n<p>Paro e miro o horizonte. O sol caindo no mar transformando a imensid\u00e3o azul num facho dourado acobreado. Pisco os olhos e pontos prateados me envolvem o corpo num quase transplante de energia da m\u00e3e natureza para seu filho.<\/p>\n<p>Caminho alguns passos e sento na areia branca para aproveitar o momento. Fico ali, calado, ouvindo as ondas, o vento e as vozes finas das crian\u00e7as. Uma delas se aproxima e se senta ao meu lado. Me olha com serenidade e profundidade e come\u00e7a a desenhar formas na areia molhada. Seus desenhos s\u00e3o bem primitivos, mas \u00e9 poss\u00edvel identificar formas e duas delas se destacam para mim. A figura de um homem e de um peixe.<\/p>\n<p>Por um instante concentrei toda minha aten\u00e7\u00e3o naquele menino e foi quando ele me disse apontando para os desenhos na areia.<\/p>\n<p>\u2013 Esse homem \u00e9 voc\u00ea, seu nome \u00e9 Jonas \u2013 apontando para a figura humana mal tra\u00e7ada na areia.<\/p>\n<p>\u2013 Essa baleia \u00e9 a vida que est\u00e1 te engolindo. E isso \u00e9 alheio a sua vontade. \u00c9 a sua sina, o destino.<\/p>\n<p>Senti um calafrio ao ouvir voz daquela crian\u00e7a que mostrou firmeza e muita sobriedade no que me dizia.<\/p>\n<p>Segundos depois, uma mulher com um len\u00e7o branco na cabe\u00e7a se aproxima, pega o menino pelo bra\u00e7o e me pede desculpas pelo o que ela classificou como abuso da crian\u00e7a. Pegou-o e saiu com um sorriso no rosto. O menino ao se distanciar virou para mim e se despediu:<\/p>\n<p>\u2013 Muito prazer seu Jonas. Se cuida.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>LIVRO &nbsp; &nbsp; Apresenta\u00e7\u00e3o S\u00f3 o que for poss\u00edvel n\u00e3o \u00e9 um livro de mensagens ou de autoajuda para os tempos de pandemia, mas, uma tentativa de construir uma narrativa, que fuja da simples compreens\u00e3o do cotidiano de uma pessoa&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1816,"featured_media":1140066,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[104,11390,112],"tags":[75238,77621,73009,79021],"class_list":["post-1140055","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-america-do-sul","category-conteudo-original","category-cultura-pt-pt","tag-caderno-de-cultura","tag-jonas","tag-quarentena","tag-so-o-que-for-possivel"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>S\u00f3 o que for poss\u00edvel<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"LIVRO &nbsp; 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