Ao ritmo de “Bella Ciao”, Mario Aguilar anuncia o fim da greve de professores no Chile

24.07.2019 - Redacción Chile

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Ao ritmo de “Bella Ciao”, Mario Aguilar anuncia o fim da greve de professores no Chile

Após o escrutínio da última consulta aos professores, na qual participaram um total de 20.379 pessoas, das quais 13.583 votaram pelo fim da mobilização (67,37%), enquanto 6.580 optaram por mantê-la (32,63%), o presidente do Sindicato Nacional dos Professores anunciou os resultados numa conferência de imprensa em que – ao ritmo da famosa canção dos partidários da resistência antifascista na Itália “Bella Ciao”, que trouxe de volta à moda a série “La casa de papel” – para confirmar que a luta continua mas a greve chega ao fim.

Mario Aguilar assegurou que ainda há questões pendentes para lutar e destacou que naqueles que queriam permanecer em greve: “há um espírito de luta e convicção notável”. Ele fez um balanço da mobilização da corporação de professores que durou mais de um mês.

A respeito do diálogo entre a caterogia e o govermo, o presidente do sindicato disse que “eu acho que é uma tolice o ministério endossar a responsabilidade pela paralisia prolongada, porque eles só se sentaram conosco na quarta semana da greve.”

Na opinião de Aguilar, “para dizer que é nossa responsabilidade é incomum, endosso ao Ministério a prorrogação desta greve por causa da teimosia do Governo” e acrescento que “durante quatro semanas tivemos um ministro ausente que nem sequer se sentou para conversar”. Mobilizamos e demos uma lição a essa elite arrogante, de que temos que ser tratados com outra atitude, com respeito, um governo que não queria dialogar”, disse ele.

“Um movimento do qual nos orgulhamos, sentimos a responsabilidade de dar continuidade para além desta luta específica, não só por causa das questões pendentes que permanecem e não nos vamos demitir, mas também porque a cidadania viu nos professores uma referência e nós vamos responder a essa exigência. Não estamos satisfeitos com a resposta que o governo nos deu, ele nos disse que há questões que não podem ser resolvidas e nós dizemos que é sua obrigação resolver os problemas, não nos parece aceitável que eles queiram impor uma reforma curricular que seja prejudicial aos nossos jovens”, disse Aguilar.

Apesar disso, ele assinalou que há avanços e que eles estarão pendentes. “Reconhecemos que há alguns pontos em que há progresso e vamos exigir que ele seja cumprido”, disse ele.

Categorias: Ámérica do Sul, Educação
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