Política

Armênia e Turquia assinam acordo histórico de paz após cem anos de hostilidades

O tratado de paz assinado no sábado 10 de outubro visa normalizar as relações entre os dois países, que há décadas vinham desenvolvendo um relacionamento conflituoso devido o massacre de um milhão de armênios por forças turcas sob a vigência do Império Otomano na primeira Guerra Mundial. O acordo foi assinado em Zurique, na Suiça.

Travessia mundial pela paz é lançada em São Paulo junto com campanha de entrega de armas da Prefeitura

Performance com alpinistas chamou a atenção dos pedestres que passavam pelo Centro de São Paulo na hora do almoço da última sexta, dia 2 de outubro. Bruno Sellmer e Fábio Cascino, com o apoio de seus filhos de 8 e 11 anos, escalaram a fachada do Shopping Light para abrir uma faixa de 30 metros que deu início à Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência em São Paulo.

Câmara de vereadores aprova lei da semana da não violência

Os vereadores de Franciso Morato, município da região da Grande São Paulo, decidiram pela criação de uma lei que institui anualmente uma semana inteira (todos os meses de outubro) para promover atividades pela não violência. A proposta é de autoria do vereador Capá (PT) que decidiu apresentar o projeto após sua adesão à Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência.

Declaração sobre a suspensão do projeto antimíssil na Europa Central

Hoje é um grande dia que representa uma nova era nas relações internacionais; relações as quais foram envenenadas durante os últimos anos devido ao armamento e conflitos, com ações unilaterais e uma falta de respeito com o desejo das pessoas comuns. Setenta por cento dos Tchecos estão festejando, hoje aqui em Praga parece um dia de alforria.

América do Sul aumentou em 30% gastos militares no ano passado

Os países sul-americanos gastaram mais de 51 bilhões de dólares em defesa em 2008, superando em quase um terço os gastos no ano anterior, segundo o Centro de Estudios Unión para la Nueva Mayoría. Investimentos militares devem aumentar ainda mais com anúncio de acordo do Brasil com a França para compra de aviões caça, equipamentos bélicos e troca de tecnologia.

Protógenes Queiroz divulga Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência

Conhecido pelo papel de comando da operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, o delegado afastado da Polícia Federal Protógenes Queiroz participa da manifestação do Grito dos Excluídos em São Paulo, no último dia 7 de setembro, e aproveita para divulgar a travessia internacional pela não violência que começa no próximo dia 2 de outubro.

“Temos de nos comprometer a trabalhar pela construção de um mundo sem violência”

Liderança na luta pelos direitos humanos, o vereador Ítalo Cardoso (PT-SP) expressa sua adesão à Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência. “Na qualidade de vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de São Paulo fui dos primeiros a apoiar a Marcha, da qual espero, por onde ela passe, que encontre o povo de todas as nações lutando pela paz e pela liberdade”, diz.

402 votos na 1° CONSEG para a dignidade, a diversidade e a cultura de paz.

A etapa nacional da conferência ocorreu entre 27 e 30 de Agosto em Brasília e aprovou dez princípios e quarenta diretrizes para a criação de políticas públicas na área de segurança. 2097 participantes representando diferentes segmentos da sociedade com direito a voz e voto interagiram em grupos de trabalho que aprovaram pautas baseadas na não violência como base.

Ato pela paz fecha rodovias na Bahia

Cerca de 800 moradores da região de Eunápolis bloquearam o trevo que liga as rodovias BR-101 e BR-367 na manhã desta terça-feira, 1° de Setembro, em protesto à falta de ações para combater a violência que vem aumentando na cidade. Segundo o vereador Amós do PMDB, em comentário no site da câmara municipal, a cidade vive uma guerra não declarada.

Unasur: “Decidimos construir um compromisso de defesa e de paz, rechaçando o uso da força”

O tema central do encontro foi a instalação de bases estadunidenses na Colômbia. Álvaro Uribe defendeu sua decisão de permiti-las para supostamente combater o narcotráfico, enquanto que o presidente equatoriano Rafael Correa reforçou sua oposição à decisão do país vizinho, ao mesmo tempo que expôs a necessidade de criação de normas para regular a presença militar na região.

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