Pressenza International Press Agency

February 8, 2012

Começa a travessia da Marcha Mundial na Nova Zelândia

Uma multidão de pacifistas provenientes dos cinco continentes se reuniu hoje, 2 de outubro, em Wellington, aos pés da estátua de Mahatma Gandhi, o pai da Não Violência, doada pelo Conselho Indiano de Relações Culturais. A multidão compareceu, apesar do vento e do frio, para dar seu apoio à Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência.

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Image by: Photo Pressenza
Caminhada pelas ruas de Wellington, capital neozelandesa

Pressenza Wellington, 10/2/09 Não poderia ter sido outra, senão a Nova Zelândia a melhor localização para o início da Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência, por ser o primeiro país a liberar-se das bases militares estrangeiras e de armas nucleares. Wellington, particularmente como membro fundador dos “Prefeitos pela Paz", faz tempo que se envolve na promoção de atividades pacifistas. “Esta marcha já impactou nossas consciências. Estamos decididos a trabalhar pelo desaparecimento das guerras e pela eliminação da violência. Este desejo que a maioria dos seres humanos carregam em seu coração desde a antiguidade, hoje ganha um novo sentido, pois podemos nos sintonizar como uma só voz em todo o planeta. Nunca antes tivemos uma oportunidade como esta. Esta marcha pode se converter em um fenômeno sem precedentes que nos situe em um novo momento histórico", declarou Rafael de La Rubia, porta-voz da Marcha Mundial, diante um entusiasmado público multicultural.

Entre os quinze oradores, estavam o vice-prefeito da cidade de Wellington, Ian McKinnon, além de Maui Solomon, presidente de Hokotehi Moriori Trust e Sam Jackson presidente da Associação indiana da Nova Zelândia. Diversos pacifistas da Nova Zelândia, entre os quais havia uma grande quantidade de jovens, organizaram uma marcha de mais de 9 dias que percorreu 207 quilômetros, para estar junto a seus colegas de todo o mundo nesta ocasião histórica.

O cantor neozelandês Graeme Allwright, que vive há 40 anos na França, cantou o hino nacional francês, "A Marselhesa", com a letra modificada, para que as palavras bélicas se transformassem em uma mensagem de paz e fraternidade universal.

A multidão empreendeu sua marcha por lugares emblemáticos de paz em Wellington, como o monumento a Yitzhak Rabin e o cartaz que identifica a capital neozelandesa como lugar livre de armas nucleares. Em seguida, os participantes foram convidados a um concerto pela paz oferecido por vários artistas, entre eles o renomado e fabuloso dueto neozelandês “Topp Twins”, merecedor de uma grande ovação ao final de sua apresentação. Neste dois de outubro, realizam-se simultaneamente toda tipo de marchas e festejos em solidariedade à Marcha Mundial.

Para baixar vídeos da equipe base da Marcha Mundial em alta resolução:

http://videoforum.theworldmarch.org/index.php?action=videos;cat=11

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